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Obesidade e Açúcar: a verdade por trás dos bastidores – Parte 2

Olá Pessoas! Feliz 2016 para todos!

Já se passaram as festas de final de ano e adivinha qual o primeiro tema que iremos abordar esse ano na nutrição? Obesidade!! -Sacanagem né?! Pós festas de final de ano e o assunto é obesidade (rs) Mas vamos ao que interessa! No último post, deixei aqui uma sugestão de documentário para assistir, excelente por sinal!

Não lembra do último post sobre obesidade? Sem problemas, clique aqui e dê uma lida na parte 1 dessa postagem.

Hoje, como prometido, iremos tratar dos alimentos que contém grandes quantidades de açúcar. Primeiro ponto, você sabe qual a recomendação diária de açúcar que você pode ingerir? Não? Pois bem, a recomendação atual da Organização Mundial da Saúde (2014) é de 25g/dia. Quem se interessar em ler a recomendação, segue o link abaixo.

http://www.who.int/mediacentre/news/notes/2014/consultation-sugar-guideline/en/

Mas, aqui cabe um parênteses importante, você sabia também que: não é porque a recomendação sugere a ingestão de 25g/dia de açúcar que você é obrigado(a) a ingerir 25g/dia!!! Essa conscientização é extremamente importante, de forma geral, quanto menos açúcar você consumir durante o seu dia, melhor será!

Mas, vamos aos alimentos, vou colocar uma imagem que retirei de um blog pois achei muito ilustrativa e iremos discutir sobre.

Fonte original da imagem: www.idealverde.wordpress.com

Observe a quantidade de açúcares em alguns alimentos, muitos deles estão no hábito alimentar da população. A imagem ainda “amenizou” diversos alimentos e a quantidade de carboidratos. Por exemplo, se você olhar a tabela nutricional de alguns achocolatados em pó (Nescau® e Toddy®) irá perceber que uma colher de sopa (porção de 20g) contém 19g de carboidrato! (Lembra da recomendação diária de açúcar?). Não calculei o leite junto, pois, apesar de ter a lactose (dissacarídeo) ele possui diversos nutrientes benéficos ao nosso corpo e a discussão aqui gira em torno das “calorias vazias” que o achocolatado possui.

Além do achocolatado também podemos destacar a quantidade de açúcar nas barras de chocolates popularmente consumidas, nos sucos industrializados, nas bolachas recheadas e, por último mas não menos importante, nos refrigerantes à base de cola (1 lata de 330 ml = 33g de açúcar!).

Mas, o que esse excesso de açúcar acarreta para nossa saúde? Este é o que iremos abordar no próximo post…

Até a próxima pessoal!

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Mestrado: o que você precisa saber antes de iniciar – Como escolher um orientador?

Por Yuri Motoyama

Fico muito feliz em quando olho nas estatísticas aqui do site a quantidade de pessoas que procuram pelo termo “mestrado em educação física”.  Já escrevi um texto aqui no blog falando do mestrado especificamente para profissionais de educação física e agora vou fazer outro texto que, de certa forma, pode servir para qualquer profissional que queira começar a pós graduação.

Clique aqui para ler um texto sobre mestrado em educação física.

A primeira coisa que se deve pensar antes de iniciar uma pós graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado) é quem vai ser seu orientador. E no meu ponto de vista essa é um das decisões mais importantes que você vai tomar na sua vida acadêmica. O orientador vai ser a pessoa que vai te “mostrar a porta” e não o que vai “conduzir você pegando pela mão”. Por isso leia alguns pontos que considero importante para que essa relação seja promissora.

Escolher um orientador é como começar um namoro

Quando você vai começar um namoro você não manda um e-mail para a(o) pretendente e diz: “gostaria de ser seu namorado no próximo semestre. Poderia me indicar como proceder?”. Escolher um orientador é como começar um namoro.

Antes de mais nada você precisa saber se seu orientador é interessado no que você gosta. Ele gosta de pesquisar sobre uma área de estudo que te interessa? Não adianta você escolher o Neil Degrasse Tyson para te orientar sobre diabetes por exemplo. Imagine que é a mesma coisa que aquela fase do namoro onde você entra no Facebook da pessoa, vê os locais que ela frequenta, procura a lista de livros e filmes que ela gosta, etc. Feito isso você vai partir para o contato inicial.

Para iniciar o mestrado, na maior parte das instituições, você precisa ter uma carta de aceite do seu futuro orientador para poder participar do processo seletivo. Imagine que o orientador está te dando um “voto de confiança” no momento que assina essa carta. Fazer parte do grupo de pesquisadores coordenados pelo seu orientador é uma decisão muito importante, por isso muitos orientadores não aceitam todos que batem em sua porta  de primeira. Alguns vão querer ter algumas conversas contigo antes, outros vão aplicar algum tipo de avaliação e em outros casos (que eu acho o mais coerente) você vai ter que trabalhar dentro daquele grupo por algum tempo como um tipo de estágio. Imagine que você recebe um e-mail de uma pessoa com uma proposta de namoro, você não vai dizer sim naquele instante. Você vai querer ir no cinema, conversar, sair por um tempo e assim vai.

Tem dúvidas sobre pós graduações? Qual a diferença entre mestrado, especialização e aprimoramento? Clique aqui e ouça esse podcast!

Qual é o “estilo” de orientação do seu pretendente no mestrado?

Antes desse próximo bloco quero dizer que não tenho a intensão de classificar como certo ou errado (mesmo porque estou longe de ter conhecimento para isso). Certamente vou deixar minha opinião clara aqui, porém cada orientando pode ter necessidades diferentes e se dar bem com algum tipo de “estilo” de orientação. O que quero deixar claro aqui é que existem diferentes “estilos” de orientação e você precisa saber qual é o estilo do seu pretendente. Vou deixar aqui alguns que eu já observei:

  • Paizão: Esse é o orientador que vai pegar na sua mão e te consolar nos momentos difíceis. Ele pode pegar seu trabalho e fazer partes dele por você. Se você enviar textos para revisão, seu orientador pode até reescrever e corrigi-los para poupar o trabalho de enviar de volta para o orientando e ter que ler aquilo refeito novamente. Ou refazer um pedaço do seu trabalho que está mal feito para que os outros pesquisadores não critiquem e façam você sofrer com críticas. O orientador paizão quer que você se forme logo, tenha seu título e atinja a “vida adulta acadêmica”. O mote principal do paizão é: “filho, você não está conseguindo, deixa que eu faço isso por você…”;
  • Gerente: Esse é um tipo de orientador que tem uma determinada meta a cumprir. Imagine uma linha de produção onde no final terão que sair X artigos no final de uma temporada. Esse orientador vai te ensinar e utilizar todos aparelhos, a configurar todos os programas e a fazer todos procedimentos com perfeição. Feito isso ele vai ficar com todos os dados e produzir os artigos no nome de todos que trabalharam. Esse tipo de orientação é boa caso você queria rechear seu lattes de publicações (sejam elas de qualidade ou não). O mote principal desse orientador é: “gente, preciso desses dados pra amanhã!”;
  • Carrasco: Esse é o mais engraçado, porém o mais tenso! Já vi orientadores que quando o orientando traz alguma dificuldade ele ouve a seguinte resposta: “meu filho,  SE VIRA!”. Já vi orientandos que ficam com dor de barriga só de pensar nas reuniões de orientação. O carrasco vai tentar te atropelar a cada reunião com idéias, artigos e trabalho. Sempre você vai se sentir inferior ao lado do seu orientador. Um de seus motes é: “o que você faz das 00h às 06h da manhã?”. Sabe a filosofia de aprender pelo amor ou pela dor? Então…
  • Educador: Esse é o orientador que tem uma única preocupação norteadora que é formar um cientista. Esse orientador não vai passar a mão na sua cabeça como um paizão, porém quando você precisar de ajuda ele vai estar lá. O orientador educador sabe quando é o momento dar a mão e quando é o momento de fazer o orientando andar com as próprias pernas. Imagine que o início da vida acadêmica é como andar de bicicleta (sempre achei que o exemplo da biclicleta servisse para tudo), então esse orientador sabe o momento certo de tirar as rodinhas da sua bicicleta para fazer você cair algumas vezes sabendo que você vai aprender a se equilibrar no futuro. Esse estilo de orientação é voltado no aprendizado acadêmico. Um dos pontos mais interessantes do orientador educador é que ele não apenas te ensina com palavras e sim com atos. A convivência com esse orientador já é um crédito de mestrado. Esse tipo de orientação envolve até aspectos éticos que permeiam o mundo (acadêmico?!). Acredito que, de todos os estilos, é o que vai dar mais trabalho pois você vai ter que aprender coisas simples como calibrar um aparelho até coisas complexas como construir uma redação (científica), dar uma boa aula ou até orientar outros estudantes. O mote do orientador educador é: “eu não quero que vocês um dia alcancem o que eu alcancei, eu quero que vocês vão mais longe!”

E como identificar esses estilos? Simples! Novamente é a regra do namoro! Antes de sair fazendo proposta para qualquer um procure saber mais sobre aquela pessoa.  Converse com outros orientandos daquele orientador, pergunte se ele tem um grupo de estudos no qual você possa frequentar, leia seus artigos e seus livros, enfim, a internet está não está aí somente para compartilhar memes.

Se você tem alguma outra observação sobre esse tema ou conhece algum outro tipo de estilo de orientação comente aqui e deixe sua opinião!

Gosta desse tema?! Se você ficou interessado sobre o assunto e quer ouvir um bate-papo com um excelente cientista brasileiro, clique aqui!


Obesidade e açúcar: a verdade por trás dos bastidores – parte 1

Por Jean Silvestre

Olá Pessoal! O assunto desse e vários outros posts que virão é um dos temas que considero de maior complexidade na nutrição: a OBESIDADE. Pode parecer uma palavra simples ou até mesmo para os desavisados, uma solução fácil: comer menos e gastar mais energia durante seu dia. Mas, será que é tão fácil assim? E se é, qual a razão de termos cada vez mais indivíduos com sobrepeso? Já se sabe que a obesidade tem uma origem multifatorial, mas nesses posts vou puxar sardinha somente para a nutrição ok?! Que convenhamos, “só” de nutrição já teríamos um livro escrito sobre tal temática.

Como algumas empresas ganham $$ “produzindo” pessoas com obesidade?

Primeiramente vamos tentar entender um pouco do processo de como a indústria (quando me refiro à indústria, falo das grandes empresas alimentícias) modulou a nossa alimentação. Mas Jean, como assim a indústria alterou nossa alimentação? Isso quem faz não são os órgãos governamentais através de pesquisas com o intuito de melhorar nossa alimentação? Sim, ou melhor, na teoria deveria ser… Mas vamos entender que não é bem assim que funcionam os intere$$es governamentais.

(Para se ter uma ideia do que estou falando, assistam um documentário chamado FED UP, para os nutricionistas de plantão: é obrigatório assistir!)

Nele vemos um pouco da manipulação indústria alimentar. Veja esses exemplos: tempos atrás, mais especificamente em meados da década de 80, éramos aterrorizados pelo consumo de gorduras, era proibido consumir gordura daqui, proibido comer gordura de lá e fomos criando os vilões (o ovo é um grande exemplo de alimento torturado nessa ditadura). A causa/motivo/razão do crescimento de sobrepeso/obesidade no Brasil era o consumo elevado de gorduras na alimentação. Dessa forma só restava uma alternativa: “cortar a gordura” da alimentação. Foi ai então que surgiram os produtos “fat free”, “50% menos calorias” dentre outros. Porém surgiu outro problema: sabor! Quando você retira a gordura do alimento, ele perde (e muito!) o sabor, torna-se menos palatável, pois uma das características da gordura é dar sabor ao alimento. Já retirou gordura de alguma preparação que precise de gordura? O sabor fica totalmente diferente! O resultado a longo prazo para as indústrias era nítido: o consumo destes alimentos ia diminuir pela rejeição da população e consequentemente o lucro também. Qual foi a alternativa para as indústrias então? Adicionar açúcar! E a partir de então fomos bombardeados por alimentos que contém pouca gordura e muito açúcar. Resultado para o bolso das indústrias? Lucro mantido! Resultado para a população? Sobrepeso/obesidade mantida!
Nos próximos posts iremos entender como as indústrias adicionam açúcar sem você saber e os alimentos que contém grandes quantidades de açúcar.

Até a próxima pessoal!

Jean Silvestre

@nutrijeansilvestre

32 horas de conteúdo gratuito para Profissionais de Educação Física!

Por Yuri Motoyama

Chegamos a mais um dia do profissional de Educação Física! Estava eu pensando em escrever uma mensagem para meus parceiros de profissão, ou bolar um conteúdo especial para ser divulgado no site quando parei para calcular as horas de conteúdo que já conseguimos (com muito suor) produzir para o nosso podcast. Após 34 episódios já temos nada mais e nada menos que 32 horas de conteúdo produzido para educadores físicos e entusiastas dessa área da saúde!

Enfim, resolvi fazer uma postagem para colocar todos os links com os conteúdos dos podcasts das nossas duas primeiras temporadas. Também quero aproveitar para desejar a todos um excelente dia do profissional de educação física e deixar um enorme agradecimento a todos vocês que nos acompanham, compartilham e acrescentam o nosso conteúdo.

Abraços especiais para Diego Soave, Vivi Camargo, Edu Cepa, Rodolfo Dalla´s, Renato Nozaki, Marcos Kamiya, Diogo Victor, Bianca Santana, Laura Kim, Marlos Sanuto, Francisco Muller e Gilson Volpato,

Abraços para nossa nova equipe Paulo Eduardo, Rodrigo Gianoni, Fabio Lima, Camila Ribeiro,

E duzentas toneladas de abraços a meu irmão guerreiro que está comigo desde o primeiro cast Gilmar Esteves e a primeiríssima dama do meu coração Érika Perina Motoyama (Sra. Reforço Positivo)!!

E vamos aos episódios!

ATENÇÃO: Para funcionar o botão play a função “bloquear poup-up” deve estar desativada no seu navegador!

play#00 – História da Musculação

Esse eu quase não recomendo porque a qualidade está horrível e ainda estávamos “aprendendo” a brincar desse negócio de podcast. Mas o conteúdo ficou muito legal e nesse episódio comentamos sobre a história por trás desse tipo de treinamento tão popular atualmente que é a musculação.


play#01 – Ossos do ofício

Nesse podcast tivemos um papo bem descontraído sobre os problemas que encontramos durante nossa atuação prática na saúde.  Descubra algumas histórias engraçadas dos nossos podcasters e dê um pouco de risada com a desgraça alheia! rs


play#02 – Dicas para mudar o corpo com saúde

Aqui já estávamos montando pautas de acordo com o feedback que começamos a receber dos nossos ouvintes. Nesse episódio conversamos a partir de nossas experiências como começar a trabalhar mudanças no corpo sem perder o foco na saúde e qualidade de vida.


play#03 – Seu cérebro está dentro de um aquário?

Esse episódio era um tema bem interessante que fazia parte de uma aula que ministrava com neurofisiologia da meditação. Nesse cast eu e minha esposa viajamos um pouco nos conceitos da “mente e cérebro” para discutir sobre algumas curiosidades desse órgão chefe do nosso corpo.


play#04 – Queremos seu sangue!

Nesse episódio comentamos sobre a importância da doação de sangue. Como esse ato pode beneficiar outras pessoas e qual nossa importância dentro desse contexto. Aqui temos a participação especial do nosso querido Rodolfo (Garoto Bipolar) que vai tornar esse um dos episódios mais engraçados que já gravamos.


play#05 – Calorias, que comece a inquisição!

Nesse podcast faço uma gravação solo discutindo alguns conceitos recorrentes no treinamento voltado para o emagrecimento. O que são as calorias e quais estratégias para começar um programa de emagrecimento.


play #06 – Existe saúde lá fora?

Esse foi um dos meus episódios favoritos por muito tempo. Acho que pela experiência dos participantes em outros países, podemos ver como o nosso serviço para saúde está longe de ser ideal. Essa foi nossa primeira gravação internacional, tivemos aqui Japão, Austrália e Brasil!


play#07 – Para ser forte tem que ser esperto!

Nesse podcast eu faço uma gravação comentando os principais pontos de uma revisão bibliográfica sobre dose-resposta no treinamento de força.  Um artigo muito interessante e que levanta muitas dúvidas a respeito de como o treinamento de força é aplicado nas academias.


play#08 – Onde está a verdade?

Aqui levantamos uma discussão polêmica sobre a visão da ciência contra a tradição. Atualmente vivemos em uma sociedade que considera a ciência como a produtora de todo conhecimento? Vamos ver quais as formas de se conhecer e explicar o mundo nesse cast. Um tema muito interessante voltado para os amantes de ciência.


play#09 – Especial dia dos namorados

Nessa data tão importante não poderíamos deixar de lado nossos ouvintes solitários. Resolvemos aproveitar nossa audiência e ver se o cupido acerta alguma flecha por aí…


play#10 – Treinamento em Jejum

Nesse podcast resolvi comentar sobre o treinamento em jejum separei alguns artigos que abordam a eficiência desse método para redução de peso. Como toda “técnica radical” precisamos ter muito cuidado para não sair comprando qualquer ideia e aplicando no nosso corpo.


play#11 – Vegetarianismo e Veganismo

Nesse podcast trouxemos uma convidada especial para falar sobre uma prática alimentar muito frequente hoje em dia. Quais os riscos e benefícios desse tipo de alimentação, existem atletas vegetarianos? Enfim um monte de informação para você que tem curiosidade sobre o tema.


play#12 – Gerenciando seu tempo

Aqui eu toquei em um assunto que acredito ser o calcanhar de aquiles de todo brasileiro, PLANEJAMENTO! Como podemos trabalhar melhor nosso dia-dia e utilizar nossas agendas a nosso favor.


play#13 – Avaliação Física

Outro tema importantíssimo para conhecimento de todos profissionais da saúde. Não existe bom trabalho sem uma boa avaliação e um bom planejamento por trás. Nesse podcast comentamos quais aspectos precisam compor uma boa avaliação física e qual a sua importância.


play#14 – Tendências para o mercado de trabalho 2014

Nesse podcast comentamos sobre o posicionamento da ACSM sobre as tendências para o mercado de trabalho fitness. Um artigo muito interessante onde podemos ver o que é moda e o que veio para ficar na área de treinamento.


play#15 – Anabolizantes e doping

Um programa polêmico sobre um assunto que ainda gera muitas dúvidas nos consumidores de serviços voltados para saúde. Nesse podcast gravamos de forma introdutória o que pode ser uma sequência de programas sobre essa temática.


play#16 – Profissão saúde: glórias do ofício

Em contrapartida para o episódio onde falamos dos ossos do nosso ofício, nesse vamos comentar sobre as glórias de se trabalhar promovendo saúde. O serviço pode ser árduo, necessitar de muito estudo, porém é extremamente recompensador. Nesse episódio temos a participação especial do dentista mais cobiçado do mundo!


play#17 – Recursos ergogênicos psicológicos e motivacionais

Nesse episódio vamos falar de recursos ergogênicos, só que não vamos falar de nenhum suplemento ou anabolizante! Você sabia que podem existir recursos que podem aumentar sua força e seu desempenho e estão atuando somente de forma psicológica ou motivacional?


play#18 – Periodização de Treino

Aqui vai um tema que eu considero um dos pontos principais que vão determinar o sucesso de um treinamento. A periodização é a forma como o profissional vai planejar o treinamento. Como ele vai dosar as intensidades de exercícios em determinados períodos objetivando um resultado final.


play#19 – Retrospectiva 2014

Aqui encerramos a primeira temporada do podcast 4×15! Depois de muitos acertos e erros vamos com os melhores momentos dos nossos episódios. Bom podcast para relembrar e se divertir!


play#20 – Promessas de ano novo

Começamos a segunda temporada dos podcasts prometendo!!! Será que essas promessas de ano novo tem fundamento. São só da boca para fora ou alguma coisa se concretiza? Vamos ver o que sai desse podcast prometido…


play#21 – Entrevista com Gilson Volpato

Aqui o podcast 4×15 “zerou a vida”. Tivemos o prazer de entrevistar um dos cientistas brasileiros que considero como a maior “autoridade” em redação científica e formação científica. Um excelente cientista e uma maravilhosa pessoa. Esse aqui é parada obrigatória.


play#22 – Métodos de treinamento: Pirâmide

Vamos discutir nesse podcast um dos métodos de treinamento mais tradicionais na musculação. O que existe de evidências a favor desse método? Quando e como ele surgiu? Essa e mais algumas outras curiosidades nesse episódio.


play#23 – Manual de sobrevivência na faculdade

Nesse episódio mais descontraído vamos conversar sobre nossas experiências na faculdade e algumas dicas para passar por esse período tão difícil, mas que deixa saudade depois.


play#24 – Mecanismos de fadiga

Aqui comentamos sobre a nossa principal linha de pesquisa do grupo que participamos. Fadiga! Um evento tão simples, porém tão complexo de se estudar e explicar. Tá aí uma das coisas mais fascinantes que eu acho nos estudos de ciência do treinamento.


play#25 – Onde buscar informações sobre saúde

Nesse episódio eu resolvi gravar um tutorial onde explico uma das estratégias de busca de dados sobre saúde pela internet. Como um professor meu comentou durante a minha graduação: não existe uma pessoa que sabe tudo e sim uma pessoa que sabe onde procurar todas as respostas!


play#26 – Video Games e sedentarismo

Outro episódio especial com a participação fantástica de Marlos e Francisco do podcast Playercast. Aqui comentamos sobre a questão: video-game é responsável por uma geração de crianças sedentárias? Ouça esse cast e tire suas conclusões.


play#27 – Pós graduações

Você sabe a diferença entre mestrado, doutorado, especialização, residência e aprimoramento? O que fazer? Quando fazer? Nesse bate papo vamos discutir um pouco sobre os conceitos por trás de cada nomenclatura e nossas experiências com as pós graduações.


play#28 – ETCC: estimulação transcraniana de corrente contínua

Resultados de uma das pesquisas desenvolvidas pelo grupo de estudo que participamos, gravamos esse programa para comentar sobre uma técnica muito utilizada para tratamento de algumas psicopatologias e doenças de ordem neurológica. Atualmente existem alguns estudos utilizando o ETCC como recurso ergogênico.


play#29 – Dia dos namorados

Depois de um ano vamos voltar com o nosso mural virtual de namoro. Será que esse ano conseguiremos juntar alguns de nossos ouvintes? Será que o cupido é ouvinte do podcast 4×15?


play#30 – Artes marciais – parte 1

Vamos iniciar nosso caminho nas artes marciais! Nesse programa vamos comentar de forma mais abrangente sobre a necessidade humana de lugar e como algumas artes marciais se desenvolveram ao longo da história.


play#31 – Treinamento em casa

Atendendo a alguns pedidos de nossos ouvintes, nesse podcast vamos dar nossas opiniões sobre o treinamento em casa. Muitas pessoas por vários motivos optam por realizar seus exercícios dentro do conforto de suas casas. Isso é bom? É possível ter algum tipo de resultado?


play#32 – Lactato ou Ácido Latico?

Voltamos para outro tema polêmico na área do treinamento! E aqui não estamos falando de simples definições e sim de conceitos completamente errôneos associados a um “bandido” que na verdade é um “mocinho” na história. Ouça e tire suas conclusões!


play#33 – Monitoramento de carga de treinamento

Nessa entrevista com o consultor científico Rodrigo Gianoni somos apresentados a uma poderosa ferramenta de trabalho para a área do treinamento. Além do monitoramento ser indispensável é uma forma relativamente simples e que pode levar a excelentes resultados.


play#34 – Limiar Glicêmico

Esse conteúdo é parte teórica de um curso que trabalhamos. Conversando com os professores Gilmar e Paulo Eduardo resolvemos disponibilizá-lo em forma de podcast. Ter ferramentas para identificar os limiares de transição metabólica de forma fácil e barata pode ajudar muitos profissionais.

Sufixos e prefixos utilizados na fisiologia

Já parou para pensar nos nomes de reações, substâncias, elementos e termos utilizados na fisiologia? Muitas vezes o entendimento de alguns sufixos ou prefixos pode nos ajudar a compreender melhor a fisiologia de forma geral.

Vai aí a lista de uns que separei parar vocês! Se lembrarem de algum podem colocar aqui nos comentários do post.

Quando começa com: Significado Exemplos
a não, sem átomo, agranulócito
ab afastado, longe abdução, abduz
acetábulo pequena taça fossa acetabular
acro- topo, extremidade, pico acrômio, acromegalia
ad- para, perto adsorção, adrenal
adeno- glândula adenohipófise, linfadenopatia
aero- ar, oxigênio aeróbio, anaeróbio, aerofagia
af- para aferente
ag- junto aglutinação
albi- branco linha alba, albino
algi- dor analgésico, mialgia
alo- outro, diferente alelo, alografia
anfi- ambos, ou anfifílico, anfíartrose
an- sem anaeróbio, anêmico
ana- (1) para cima, construção anabólico anafilaxia
ana- (2) a parte anáfase, anatomia
ana- (3) atrás anastomose
andro- homem andrógeno
angi- vasos angiograma, angioplastia
ante- antes, na frente antebraço
antero- atrás anterior, anterógrado
anti- contra antidiurético, anticorpo, antagonista
apo- de, fora, longe, acima apócrino, aponeurose
ast-, astro- estrela astrócito
atero- gordura ateroma, aterosclerose
átrio- entrada átrioventricular
auri- orelha aurícula, binaural
auto- próprio autólise, autoimune
axi- eixo, linha reta axial, axonema, axonio
baro- pressão baroceptor, hiperbárico
bene- bom benigno, benefício
bi- dois bipedal, bíceps, bífida
bio- vida, vivo biologia, biópsia, microbiólogo
blasto- precursor, broto, produtor fibroblasto, osteoblasto, blastomêro
braqui- braço braquial, antebraço, braquio
bradi- lento bradicardia, bradipnéia
burso- bolsa bursa, bursite
calc- cálcio, pedra calcâneo, hipocalcificação
calo- espesso calo, caloso
calori- calor caloria, calorimetria
capni- fumaça, dióxido de carbono hipocapnia
carcino- câncer carcinogênese, carcinoma
cardi- coração cardíaco, cardiologista, pericárdio
carpo- punho metacarpo
cata- abaixo, quebra catabolismo
celi- barriga, abdômen celíaco
céfalo- cabeça cefálico, encefalite
cervi- pescoço, parte estreita cérvix, cervical
condro- (1) grãos mitocôndria
condro- (2) cartilagem condromalácia
cromo- cor dicromático, cromatina, citocromo
crono- tempo cronotrópico, crônico
circ- aproximadamente, em torno de circadiano
cis- corte incisão
clast- quebra, destruição osteoclasto
co- junto coenzima, contransporte
contra- oposto contralateral
corni- chifre coniculado, corno
cort- casca, pele cortex, cortical
crani- capacete crânio
crito- separar hematócrito
cisto- bexiga cistite, colecistectomia
cito- célula citologia, monócito
de- abaixo defecar, deglutição, desidratação
dendro- árvore, ramo dendrito
dia- (1) através, separado diafragma, diálise
dia- (2) diário circadiano
dis- a parte dissecar, dissociar
des-  oposição, ausência desinfetar, desabilitar
diure- passar por, urinar diurético, diurese
dorsi- atrás dorsal, dorso
du- conduzir duto, adução, abdução
dis- mal, anormal, doloroso Dispneia, distrofia
e- fora ejacular, eversão

 

 

 

Quando termina com: Significado Exemplos
-ato, eto ou ito sais, sal sulfato, cloreto, malato, lactato
-al pertencente ao parietal, faringeal, temporal
-ario pertencente a embrionário, coronário
-ase enzima polimerase, kinase, amilase
-culo pequeno pedículo
-culo pequeno tubérculo, corpúsculo
-ina da natureza, feito de cafeína, cocaína, creatina
-ite inflamação bronquite, hepatite
-io corpos simples sódio, potássio, selênio