Podcast #24 – Mecanismos de Fadiga

Olá pessoas!

No podcast de hoje iremos conversar sobre um dos temas mais importantes na área do treinamento: a fadiga! A ciência atual nos mostra que muitas teorias que existem para explicar a fadiga já não são tão consistentes e que ainda falta muito para podermos explicar esse fenômeno. Separamos alguns modelos tradicionais que explicam a fadiga e vamos trazer um novo ponto de vista sobre esse tema.

Nesse episódio participam Yuri Motoyama, Gilmar Esteves e Paulo Eduardo (duduxo). Amplie seus conhecimentos e ainda aprenda uma mistura boa para pão de queijo!! rs

Link citado no episódio

Animatrix “World Record”

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Pós graduação UNIARARAS

Referências

NOAKES, T. D.; GIBSON, A. St Clair; LAMBERT, Estelle V. From catastrophe to complexity: a novel model of integrative central neural regulation of effort and fatigue during exercise in humans: summary and conclusions. British journal of sports medicine, v. 39, n. 2, p. 120-124, 2005.

HARGREAVES, Mark. Fatigue mechanisms determining exercise performance: integrative physiology is systems biology. Journal of Applied Physiology, v. 104, n. 5, p. 1541-1542, 2008.

NOAKES, T. D. Physiological models to understand exercise fatigue and the adaptations that predict or enhance athletic performance. Scandinavian journal of medicine & science in sports, v. 10, n. 3, p. 123-145, 2000.

  • Marco Machado
    • Yuri Motoyama

      Boaaa professor!!!! 98 km/h! Sempre contribuindo para as informações do cast!! Milhões de vezes agradecido!

      • Marco Machado

        Tem uma espécie de “making of” de como foi feito, mas eu não encontrei.

  • Jackson Brito

    Mt bom o podcast professor!Divulgando

    • Yuri Motoyama

      Agradecido!!! Abraço mestre!

  • Fabio Rocha de Lima

    Demorei, mas cheguei…rsrs…

    Muito ainda se discute sobre mecanismos de fadiga, e como já mencionado por vocês no áudio, a justificativa para tal fenômeno depende muito de qual área o pesquisador está inserido. Particularmente prefiro entender a fadiga separando apenas em dois componente, central e periférica, pois acredito que isso facilita quando vamos discutir os componentes fisiológicos que envolvem esse fenômeno.

    No sentido de explicar os mecanismos de fadiga por componentes fisiológicos, gosto desses artigos:

    BERTUZZI, R. C. M.; FRANCHINI, E.; KISS, M. A. P. D. Fadiga muscular aguda: uma breve revisão dos sistemas fisiológicos e suas possíveis relações. Motriz, Rio Claro, v.10, n.1, p.45-54, jan./abr. 2004

    HARGREAVES, M. Fatores Metabólicos na Fadiga. GATORADE SPORTS SCIENCE INSTITUTE (SPORTS SCIENCE EXCHANGE). 2006

    ASCENSÃO, A.; MAGALHÃES, J.; OLIVEIRA,J.; DUARTE, J.; SOARES, J. Fisiologia da fadiga muscular. Delimitação conceptual, modelos de estudo e mecanismos de fadiga de origem central e periférica.Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 2003, vol. 3, nº 1 [108–123]

    Gostaria de fazer uma pergunta para vocês:
    Levando em consideração que a fadiga é um processo multifatorial, quando a mesma ocorre, existe uma ordem sequencial que ela deva seguir para se instalar? Por exemplo, primeiro central para depois ser caracterizada como periférica.

    Parabéns por mais um podcast

    Abraços Mestres!

    • Yuri Motoyama

      Legal Fábio! Mas você define central e periférica como Sistema Nervoso X restante do corpo ou Cardiovascular X Muscular?

      • Fabio Rocha de Lima

        Então, entendo como fadiga periférica aquela que se manifesta na estrutura, e fadiga central aquela que se manifesta fora da estrutura. Por exemplo, depleção de glicogênio para ressíntese de ATP (fadiga periférica), e acúmulo de triptofano prejudicando a transmissão do sinal elétrico entre os neurônios (fadiga central). O que nesse caso seria Sistema Nervoso x Restante do corpo.

  • Felipe

    Legal!