Podcast #53 – DNA

Olá pessoas!

Nesse podcast (edição DNA) vamos comentar sobre os emails selecionados e enviados até a data desa postagem e levantar algumas polêmicas! Contamos com a participação do professor Yuri Motoyama, Douglas Jandoza e Fabio Rocha para discutir um pouco sobre o projeto do senador Romário para a promoção da profissão Técnico em esportes. Precisamos de um profissional graduado ou não? Também nessa edição vamos comentar um pouco sobre a polêmica da Licenciatura vs. Bacharelado, bochecho com carboidrato como estratégia ergogênica (engole ou cospe) e treinamento mental.

Fique ligado nos episódios de DNA e não perca nenhum babado da ciência do treinamento!

Para pular diretamente para as seções do podcast:

Discussão vá para 3:15

Notícias vá para 22:28

Atualidade vá para 45:52

Links citados no podcast

Matéria da G1 sobre a liberação da atuação de licenciados em academias (2012);

Página do Senador Romário com projeto de lei para técnico em esportes;

Nota do Conselho Regional de Educação Física sobre o projeto do senador Romário;

Matéria sobre bochecho com carboidrato para melhorar performance;

Matéria sobre treinamento mental;

 

 

 

 

  • Raniel Ferreira

    Excelente discussão pessoal. Acredito que os cursos devam ser diferenciados pelos argumentos que o Yuri colocou (áreas de interesse e foco da graduação), até porque, se formos parar pra pensar, existe muuuito conteúdo pra fazer uma graduação plena, daí você acaba querendo fazer um profissional de educação física “bombrill”, mas o resultado acaba sendo um “pato”, ou seja: sabe voar,nadar e correr mas não tem excelência em nenhum dos três (analogia de um professor meu). Acredito que a questão das graduações serem diferenciadas vai muito do método da universidade e do professor, porque realmente gera essa “indiferença” em alguns cursos, aqui na minha cidade por exemplo(Manaus), a única universidade que faz as duas graduações separadas é a federal (UFAM), todas as outras particulares usam esse sistema de 3+1 ou dois cursos com 3 anos (licenciatura) e 4 anos (bacharelado), mas essa diferenciação nas particulares só surgiu faz muito pouco tempo por aqui (uns 3 anos aproximadamente), inclusive a própria universidade estadual (UEA) tem um curso de graduação plena no interior. Aqui um artigo que trata um pouco dessa discussão: http://www.revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/230

    Sobre o bochecho dos carboidratos, já tinha ouvido falar dessa prática no curso online gratuito da USP de nutrição e suplementação esportiva. Deixo o link aqui pra vocês caso ainda não tenham assistido: http://eaulas.usp.br/portal/profession.action;jsessionid=43808C3F596D6A728A2CBC19725ADDFC?profession=Educa%C3%A7%C3%A3o+F%C3%ADsica

    • Yuri Motoyama

      Legal Raniel!! Acho que ainda existe uma pressão do MEC que faz com que as universidades particulares dividam seus cursos, porém ainda de forma pouco produtiva. Estava conversando com meu orientador esses dias e ele comentou que na graduação que ele fez em São Carlos UFSCAR o curso já era dividido desde 1998 onde havia um núcleo comum de disciplinas e nos dois últimos anos se não me engano os profissionais seguiam por formações completamente distintas. Isso eu acho interessante! Não havia assistido essa aula que você compartilhou aí… depois vou dar uma olhada! Abraço chefe e agradecido pelo comentário!

  • Gabriel Pohlmann Roballo

    Quando era criança (15anos) corria provas de meio fundo e nos dias de longão sentia essa dor mas como troquei para a musculação nunca mais senti… e te falo em dor que era forte! E tbm sentia jogando futsal, alugava 2 horários seguidos, ahahahs 2horas de futsal(muitas bolhas)

    • Yuri Motoyama

      Mas já sabe que não é do “ácido lático” rs

      • Gabriel Pohlmann Roballo

        isso já sabia ahahahha mas é muito estranho. Já ouvi dizer que essa dor dá muito parecida por relatos em quem esta infartando.

  • Gabriel Pohlmann Roballo

    Stomach vacuum é uma técnica pra afinar a cintura nas poses de palco. Teoricamente é pra ajeitar as vísceras. Mas não fortalece nada apenas pra acostumar ficar lá no palco 5 minutos trocando de poses segurando o abdômen.

    • Yuri Motoyama

      Poxa Gabriel eu havia reparado isso a um tempão em um documentário que vi do Arnold. Realmente faz sentido isso que falou, não havia pensado dessa forma. Vou ler seu comentário na próxima gravação do DNA. Abração chefe e agradecido pela mensagem!